Mykonos, a ilha da liberdade.

Mykonos é uma ilha pequena, com apenas 10mil habitantes e que vive principalmente do turismo. É a favorita de muitas celebridades (nas praias, eu ficava o tempo todo de butuca, mas não vi ninguém) e também dos gays e do pessoal vida loca.

Chegamos lá pela manhã, depois de uma viagem terrível em um ferry pequeno e que subia e descia mais que montanha russa. Como atrasamos mais de uma hora, tivemos que ficar esperando Teo (do Hotel Teo) vir nos buscar, em sua mini-kombi saculejante.

Bem pertinho do hotel fica a praia de Platis Gialos, que parece de mentira de tão linda que é. Por ser pequena, a praia fica bem cheia à tarde, mas voltamos no dia seguinte cedo e praticamente ficamos com a praia só pra nós.

Platys Gialos

Platys Gialos

As praias de Mykonos são cheias de vendedores, como as de Salvador. O pessoal vende óculos, relógio, canga, bolsa Louis Vuitton, DVD pirata.. me senti em casa! As praias são conectadas entre si por alguns atalhos nas pedras, por onde os vendedores andam para ir de uma praia a outra. Basta seguir eles, e não tem erro.

De Platis Gyalos, passamos pela praia de Agia Anna (Santa Ana), e fomos parar em Paranga. Estávamos tentando chegar em Paradise, mas não conseguimos encontrar. Na volta para o hotel encontramos uma australiana que sabia o caminho para chegar em Paradise e aí voltamos com ela para a praia. Ela estava por lá fazia um mês, trabalhando. Ela disse que já estava de saco cheio, e que os gregos eram péssimos e pagavam mal, quando pagavam. Segundo ela, eu e Rafael, depois de formados, temos que ir trabalhar nas minas na Austrália, que dá muito dinheiro. Blz.

Conversa vai, conversa vem, depois de ela dizer que não ia pro Brasil sozinha por que não sabia falar espanhol e perguntar se o Brasil ficava perto ou longe dos Estados Unidos, finalmente chegamos à Paradise Beach, a praia mais famosa de Mykonos.

Paradise Beach (foto que achei no google).

Paradise Beach (foto que achei no google).

A praia parece normal, mas uma parte do pessoal gosta de ficar bem à vontade por lá. Não tô falando de topless não, tô falando de ficar peladão(ona) mesmo! No começo eu fiquei meio impressionada, mas depois acostumei. Nem tirei foto da praia, porque fiquei com medo de alguém se sentir “invadido” e achar ruim. E também, eu gostei mais de Platys Gialos, achei mais bonita. E nem é porque me dava gastura quando eu estava na água e vinham aquelas mulheres sem a parte de cima, entrando no mar.

Depois de fritar muito no sol, resolvemos almoçar lá pela praia mesmo, no Paradise Restaurant, que é self service, com comida boa e bem baratinho.

Á tarde, pegamos o ônibus, que custa 1,6 euros e está sempre lotado, e fomos para o centro, conhecer os moinhos de vento. Ficamos por lá para ver o pôr-do-sol, e depois fomos passear na Mikri Venetia (pequena Veneza).

Moinhos de vento.

Moinhos de vento.

Mikra Venetia.

Mikri Venetia.

No centro da cidade, que é todo branquinho e com piso de pedras, ficam várias lojinhas de artesanato, barzinhos e lanchonetes com comida boa e barata.

Centro de Mykonos.

Centro de Mykonos.

O dia seguinte já era o dia de ir embora :(.

Como o horário do ferry era às 14h, deu pra passar a manhã na praia de Psarou, que é linda e calminha.

Praia de Psarou.

Praia de Psarou.

Depois de almoçarmos,  Teo e sua mini-kombi nos levaram de volta para o porto, onde nos despedimos de Mykonos e pegamos o ferry para Atenas.

Beijos!

Lenita