Barcelona, a melhor parte da viagem.

Chegamos em Barcelona no início da tarde e estava fazendo o maior solzão. Pela primeira vez desde que cheguei na Europa, eu senti calor na rua. Acho válido informar que talvez não estivesse fazendo tanto calor assim naquele dia, já que eu estava vestida com dois casacos+duas jaquetas+echarpe+touca, tudo pra economizar espaço na mochila, ou ela ficaria estufada demais e eu teria que pagar uma salgada multa na hora de embarcar no avião. Fizemos todo o nosso roteiro de férias com voos muito baratinhos, mas com companhias aéreas que não davam direito à bagagem de porão, e a bagagem de mão tinha dimensões bem reduzidas. Se por acaso essas dimensões ou o peso máximo de 10 Kg fossem excedidos, implicaria em uma multa de £50 (muitíssimo mais caro do que o valor da passagem). Agora imaginem passar 21 dias com apenas uma mala de 55x40x20 cm. Bem, eu fiz isso.

Pegamos um trem para chegar até o centro, onde ficava o nosso hostel. O trem saía de 30 em 30 min, e custou pouco mais que 3 euros. Depois de uns 40 minutos, chegamos ao hostel, que não foi difícil de achar. O hostel fica localizado no bairro gótico de Barcelona. Não, não tinham pessoas vestidas de preto, de cabelos tingidos, cheias de piercings e tatuagens espalhadas pelo corpo. O bairro é conhecido como gótico por ser cheio de construções da era medieval, e não por estar cheio de gente esquisita (sem ofensas).

Ficamos hospedados no Equity Point Gothic, que era bem mais ou menos, sem nada de muito especial. Pegamos um quarto com 12 dormitórios, misto, como sempre. Esse quarto tinha 6 beliches, cada cama tinha sua cortininha (muito importante, pra evitar que algum psicopata fique te observando dormir), uma tomada e uma luz individual. Segundo a descrição do site, teríamos direito também a um armário em cada cama, mas quando chegamos lá era so uma caixa de madeira, sem tranca, sem cadeado, sem nada, e que não cabia uma mochila dentro. Do lado de fora do quarto tinham armários maiores, mas também sem cadeado, que o hostel vendia por 10 euros, se não me engano.

No quarto tinha um banheiro feminino e outro masculino, mas era só privada e pia. Do lado de fora do quarto, tinham os banheiros feminino e masculino com os chuveiros. O ruim era que os boxes dos banheiros não eram isolados uns dos outros, eram daquele tipo que tem um ralo comprido que é comum a todos os boxes, e a água que cai no chão de um passa para o outro por baixo e vira tudo uma mistura só. Felizmente, o pessoal daqui não faz o tipo que toma muitos banhos, então em nenhum dos quatro dias eu tive que dividir o banheiro com alguém e acabar compartilhando fluidos, pelos e coisas. O hostel também não dava cobertor, só mesmo um lençol que era pra forrar a cama e a fronha para o travesseiro. Quando eu fui na recepção, pra avisar a moça que ela tinha esquecido de me dar o cobertor, ela disse que eles não davam mesmo, mas alugavam por 2 euros o dia, um absurdo.

A internet também não prestava, eu nunca conseguia me conectar. Eles até dão um cartãozinho que dá direito a 20 minutos usando os computadores de lá, que tem internet, mas só tinham 2 computadores pra 1 milhão de hóspedes, então nem adiantava muita coisa. Apesar dos pesares, a localização do hostel não poderia ter sido melhor. Ficamos pertinho dos principais pontos turísticos, e a rua era muito movimentada, tinha mercados e restaurantes legais por perto e também uma estação de metrô.

Com exceção de Paris, em todas as outras cidades que visitamos, a gente aproveitou o primeiro dia para “conhecer o terreno”. Não adiantava ir procurar lugar turístico à noite, quando a gente ainda estava cansado da viagem e dos passeios da cidade anterior. A idéia era sair para caminhar pelos arredores do hostel, pra ver o que tinha por perto, comer alguma coisa e voltar pra dormir, pra acordar disposto no dia seguinte. Comer em Barcelona não é caro. E dá pra comer bastante. Barcelona foi um dos lugares onde eu mais comi, porque tinha comida de verdade. Tinham tantas opções de comida que no primeiro dia a gente saiu andando, andando, e não conseguiu escolher o que comer, e acabamos comendo pizza mesmo :). A pizza era muito boa, por sinal. E bem grande.

Ainda no UK, antes de viajarmos, eu tinha pesquisado um pouco sobre o que tinha de legal pra fazer em Barcelona e acabei encontrando o site de uma companhia de free tours. Foi uma das coisas que eu  mais gostei de fazer nessas viagens, começando por Barcelona, e é uma dica boa para os mochileiros que não tem como bancar aqueles ônibus de turismo caros. Os free tours geralmente são feitos a pé e duram cerca de duas horas e meia. Os guias são jovens e divertidos, e gostam de falar sobre a própria cidade, contar as histórias e curiosidades dos locais  e ainda dão dicas de lugares legais pra comer, o que fazer, o que não fazer, etc. Eles não cobram nada pelo passeio, mas no final quem gostou dá gorgeta, que é pra eles poderem manter o negócio funcionando. Nos tours que eu fiz, tinha gente que dava só uma moedinha, tinha gente que “desaparecia” misteriosamente logo antes de chegar ao final, mas também tinha gente que dava muito dinheiro (geralmente quem ficava afim da guia).

Lá em Barcelona tinham algumas opções de tours, cada um cobrindo uma área diferente. Nós escolhemos o Gaudi Tour, que passava pelas construcões arquitetadas por Gaudi, e que são os locais mais visitados pelos turistas.

O tour começou na Plaça Reial, onde a guia falou um puco sobre a infancia e juventude de Antoni Gaudi, que foi um arquiteto espanhol e catalão que é meio que idolatrado pelos barceloneses. É aquela típica história do artista que nasceu bem pobre, não era compreendido, sofreu, morreu sozinho na miséria e aí depois de morto se tornou a pessoa mais importante do universo. Pra quem não sabe, Barcelona faz parte da Catalunya, que é uma região da Espanha que há muito tempo tenta se tornar independente. Em vários lugares de Barcelona, eles colocam a bandeira da Catalunya estendida nas varandas das casas, e, segundo a guia, metade da população ainda quer a separação da Espanha. Gaudi era bastante nacionalista e por isso ele é tão querido em Barcelona, que é a capital da Catalunya.

Poste desenhado por Gaudi na Plaça Reial.

Depois da Plaça Reial, fomos ao Palau Guell, arquitetado por Gaudi, a pedido de um amigo seu (Guell), que era muito rico. É permitido entrar no Palau Guel para visitar, os tickets custam 12 euros. A guia disse que não valia muito a pena, porque muita coisa lá dentro tinha sido modificada, na época em que o prédio tinha sido tomada pelo governo para se tornar uma base militar, então a gente nem se interessou muito.

Palau Guell

Palau Guell

Saindo do Palau Guell, fomos visitar a Casa Batlló, que também é conhecida como House of Bones, por conta de sua estrutura externa meio macabra. O prédio é muito lindo, cheio de histórias interessantes, e por dentro é ainda mais (vi fotos na internet), queria ter voltado lá depois para poder entrar, mas acabei não tendo tempo :(.

Casa Batlló

Casa Batlló

Próximo à Casa Batlló fica um outro prédio chamado Casa Mila, mas conhecido como La Pedrera. Segundo a guia, um cara muito rico gostou do trabalho que Gaudi fez na Casa Batlló e resolveu pedir a ele para desenhar uma sala de música para ser construída em sua mansão. O problema é que Gaudi se empolgou, e resolveu projetar logo a casa toda, e ficou essa coisa bastante excêntrica.

La Pedrera

La Pedrera.

Cabeça do Darth Vader

Cabeça do Darth Vader nas chaminés pequenas.

O cara deixou que a casa fosse toda construída, mas acabou odiando depois (eu também não moraria em uma casa daquelas) e nem pagou pelo trabalho do arquiteto. #sacanagem. Uma coisa interessante, é que a cabeça do Darth Vader foi inspirada nessas chaminés.

O último destino do tour, e certamente o mais deslumbrante, foi a igreja da Sagrada Família. A igreja é enorme e repleta de detalhes que contam toda a história da bíblia. Foi o trabalho de maior dedicação de Gaudi, que estudou cada pequeno detalhe do que seria colocado ali, e que nunca pôde ver a igreja pronta. Até hoje a igreja, que começou a ser construída em 1882, não está pronta, e ainda falta uma boa parte.

La Sagrada Família

La Sagrada Família

Depois do tour, estávamos morrendo de fome e a guia indicou um restaurante no estilo “All you can eat”, que significa “tudo o que você conseguir comer” (é assim mesmo que eles chamampor aqui, ao invés de um “coma à vontade”, que soa mais elegante e menos desesperado), próximo à igreja, e, claro, nós acatamos a sugestão.

Comemos, repetimos, repetimos, repetimos…Comemos sobremesa, tomamos café (nem gosto de café, mas tomei também), bebemos água, refrigerante, suco, gelo, etc. Depois de entupidos de comida, partimos para a busca ao labirinto.

Outra dica legal pra quem tem smartphone, é baixar os aplicativos de turismo da cidade. Para todas as cidades eu encontrei várias opções, e baixei uns quatro de cada lugar. Foi em um desses aplicativos que encontramos a sugestão de ir visitar o Labirinto, que não é um local muito conhecido pelos turistas (o que é bom, porque não fica socado de gente). Também não é tão fácil de encontrar, principalmente com as poucas informações que o aplicativo dava. E foi por conta disso que eu tive que exercitar meu portunhol. E descobri que sou boa nisso.

O labirinto ficava bem ao norte da cidade velha, enquanto que nós estavamos mais próximos do sul, das praias, então tivemos que pegar o metrô e ir para um lugar bem distante. Descemos na estação errada, muito antes, então tivemos que andar bastante, subir ladeira, atravessar viaduto, pedir informações a umas quatro pessoas, e até discretamente seguir um casal que estava com cara de que estava indo para o labirinto também.

Algumas pessoas nem mesmo sabiam onde ficava o lugar (também há a possibilidade de elas não terem entendido nada do que eu estava tentando perguntar em espanhol). O importante é que, depois de queimarmos todas as calorias dos exageros do almoço, conseguimos encontrar o tal do labirinto. O parque é muito grande e impecavelmente bem conservado, um bom lugar para passar o dia em contato com a natureza e tirar belas fotos.

El Labirinto

El Labirinto

Como ainda estava claro quando saímos de lá, decidimos ir conhecer mais um parque, dessa vez um bem famoso: O Park Guell. O Parque também foi desenhado por Gaudi (tenho pena de quem tentou ser arquiteto em Barcelona enquanto esse homem estava vivo), e é bem coloridinho, alegre, e parece ter sido feito de açúcar.

Park Guell.

Park Guell.

Casinha de açúcar

Casinha de açúcar

Mosaicos lindinhos (olha a minha cabeça ali).

Mosaicos lindinhos (olha a minha cabeça ali).

Besito

Besito no camaleão

Ah, e o Guell do parque é o mesmo dono do Palau Guell.

Ficamos pelo parque até escurecer, e depois voltamos para o hostel, cheios de calos nos pés e mortos de cansados de tanto andar. Não aguentamos sair à noite, compramos umas gordices no mercado e voltamos para dormir.

Na manhã do dia seguinte fomos passear pelo bairro gótico. Começamos pela igreja de Santa Maria del Mar, que é uma igreja no estilo gótico, obviamente, e cheia de vitrais bonitos, e depois saímos andando pelas ruas até chegar ao Arco do Triunfo de Barcelona.

Santa Maria del Mar.

Santa Maria del Mar.

A igreja por dentro.

A igreja por dentro.

Arco do Triunfo.

Arco do Triunfo.

Saindo do Arco, fomos  em busca do Castelo de Montjuic.

Uma coisa ruim sobre os mapas turísticos é que eles não indicam se um local fica ao nível do mar, acima do nível do mar, ou muitíssimamente acima do nível do mar. Aí, quando a gente sai seguindo o mapa, não temos idéia do tanto de ladeiras/escadas que teremos que subir.

Montjuic fica em um lugar muito alto, mas a subida é bastante agradável. Pra não perder o hábito, a gente se perdeu no meio do caminho, mas foi bom porque a gente conheceu uma pracinha bonita com vista para o mar. Depois de muito subir, paramos no meio do caminho pra comer um “Hamburguesa” com Guaraná e descansar um pouco, e após mais alguns minutos de ladeira, finalmente chegamos ao castelo. Como a vida não é nada justa, apesar de subirmos todo o caminho praticamente sozinhos, quando chegamos lá em cima encontramos o lugar cheio de gente esperta e rica que subiu de onibus de turismo ou de bondinho.

Na subida.

Na subida.

Guaranázinho, pra matar a saudade.

Guaranázinho, pra matar a saudade.

O lugar é bem legal por fora, mas não tem nada dentro. O bom mesmo é ficar curtindo a paisagem, observando a cidade inteira lá de cima, olhar o mar e, para os fortes que subiram a pé, recuperar as energias.

Montjuic

Montjuic

Eu, bem arrumadinha depois de subir 100km de ladeira a pé.

Eu, bem arrumadinha depois de subir 100km de ladeira a pé.

Barcelona

Barcelona lá de cima.

Na descida de Montjuic, por acaso encontramos a Plaça Espanya, que é simplesmente a praça mais magnífica que eu já vi na vida, cheia de fontes e cascatas monstruosas.

Plaça Espanya

Plaça Espanya.

Depois voltamos para o hostel, para tomar banho, descansar  e sair para aproveitar a noite. Fomos para Las Ramblas, que é uma rua muito movimentada, cheia de bares, restaurantes e caras esquisitos que ficam convidando você para festas obscuras em lugares desconhecidos.

Fomos andando pela rua até chegarmos ao porto de Barcelona, que é um lugar bem legal para ir à noite e ficar de casalzinho namorando. Para os solteiros, é legal de ir com amigos também, e não é tão romantico ao ponto de você querer se jogar no mar e acabar com a sua vida, não se preocupe.

De lá, nós voltamos pelas Ramblas e acabamos aceitando o convite para subir para uma “festa” em um lugar que eu não me lembro o nome. Não ficamos nem 10 minutos lá em cima e já fomos embora, porque as bebidas eram muito caras (19 euros um copo de alguma coisa lá) e a gente preferiu gastar tudo com comida mesmo.

Voltamos para a rua do hostel, e encontramos uma lanchonete bem legal, no estilo anos 60, onde comemos mais hamburguesa e deu até pra tomar uns bons drink porque eram baratinhos. Ah, e o cara que atendeu a gente era brasileiro. Ainda bem, porque eu não fazia idéia de como se diz “sem cebola” em espanhol :).

A Lanchonete

A Lanchonete

Alegrinhos e alimentados, voltamos para o hostel e tentamos ficar um pouco na área comum pra aproveitar o sinal da internet, que estava bom, já que não tinha ninguém usando. Bem, isso não foi possível porque a partir das 11 da noite o carinha do hostel obrigava todo mundo a ir para o quarto dormir e apagava todas as luzes. Ok, mamãe.

No dia seguinte, acordamos cedinho, tomamos café, escondemos uns muffins dentro da minha bolsa pra mais tarde e depois partimos em direção ao Camp Nou (o estádio do Barcelona F.C.). Para andar de metrô em Barcelona, nós compramos um cartão com 10 passagens, por 9,80 euros e dividimos para os dois. Já ia esquecendo de comentar sobre o pessoal de barcelona, que são muito gente boa e gostam de ajudar e dar informações. Quando saímos da estação de metrô, a gente começou a andar na direção oposta ao Camp Nou, meio que perdidos, e aí um velhinho olhou pra nossas caras de turistas e começou a resmungar alguma coisa. Na hora eu pensei que ele fossse um daqueles velhinhos malvados, mas não, ele estava tentando dizer que a gente estava indo na direção errada, e começou a gesticular e ficar irritado porque a gente não estava obedecendo ele. Imediatamente, tratamos de mudar de direção antes que ele tivesse um treco no meio da rua.

Compramos nossos tickets com desconto para estudantes e fomos conhecer o museu. Mesmo para quem não é muito fã de futebol, tipo eu, visitar o Camp Nou é uma boa pedida. Lá dá pra ficar conhecendo toda a história do Barça e depois a gente pode visitar tudo por dentro. Dá pra ver a sala de imprensa, o vestiário, o lugar onde ficam os comentaristas, a arquibancada, etc. O museu tem vários ambientes, quem é fã gasta mais de três horas lá dentro facilmente.

Painel contando a história do Barça

Painel contando a história do Barça

O pessoal cantando o hino do time lá atrás e na frente todos os jogadores.

O pessoal cantando o hino do time lá atrás e na frente todos os jogadores.

Eu e o boyfriend.

Eu e o boyfriend.

"Não pode tirar fotos aqui dentro."

“Não pode tirar fotos aqui dentro da sala de imprensa.” mimimi

Saímos de lá de tarde e fomos almoçar em um outro restaurante “all you can eat”, só que dessa vez fomos em um que ficava lá no porto (que, por sinal, fica bem cheio nos fins de semana). Depois de almoçar, passeamos pela orla, que é bem bonita, voltamos ao bairro gótico pelas Ramblas e então nos perdemos novamente. O bairro gótico não tem entrada para carros e as ruas formam tipo um labirinto. O problema é que esse labirinto era muito mais complicado do que o outro. Nós gastamos realmente muito tempo entrando e saindo de rua, sem conseguir encontrar o caminho para o hostel. De repente, do meio do nada, surgiu uma procissão na nossa frente, com um monte de idosas vestidas de preto e pessoas com fantasias esquisitas. Todo mundo sabe como turista é, né. Não guenta ver uma aglomeração, que se junta. Fomos seguindo a procissão, Rafael tirando foto das coisas e eu, que não sou muito alta, tentando enxergar alguma coisa entre uma brexinha ou outra que eventualmente se abria na minha frente.

Procissão

Procissão

O engraçado de se perder no bairro gótico é que quando você dobra uma esquina, se depara com alguém com cara de perdido também, e em todo canto tem gente perdida porque é realmente um labirinto aquele negócio. E era agoniante porque a gente sabia que estava pertinho do hostel, mas não conseguia chegar de jeito nenhum.

Quando finalmente conseguimos chegar ao hostel, já estava bem tarde, então fomos tratar de juntar nossos bagulhos e arrumar as malas porque no dia seguinte pegaríamos o ônibus bem cedo para o aeroporto.

Na perdição, passamos pela Plaça Catalunya, que foi onde pegamos o onibus para o aeroporto no dia seguinte.

Na perdição, passamos pela Plaça Catalunya, que foi onde pegamos o onibus para o aeroporto no dia seguinte.

Para mim, Barcelona foi a melhor parte da viagem, porque é um lugar com muitas opções de coisas para fazer e nós tivemos tempo para conhecer quase tudo. Para quem quiser visitar, reserve umas 4 ou 5 noites, porque vale muito a pena. Infelizmente, ainda não estava verão suficiente para pegar uma praia, mas com certeza ainda volto lá pra aproveitar o calor e ganhar um bronze digno de soteropolitana :).

Beijos!

Lenita

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